Estávamos
na Escola de Verão dos Serviços Sociais
em Almuñecar, Espanha. À roda de uma mesa, no
"café com" Ezequiel Ander-Egg, que aprofundou
um
pensamento enunciado já na véspera: estamos
a assistir a uma mudança de paradigma, com profundas implicações
para o trabalho social.
Foi como a proverbial peça que faltava no puzzle: muita
coisa se encaixou e fez mais sentido.
E diferentes reflexões que nos últimos anos sobre-saem
do trabalho, da observação, de leituras diversas,
de cursos, encontros ou congressos
(e não param de se confirmar, completar, chocar ou desafiar),
vão-se orientando em volta
de um eixo estruturante:
claro,
estamos em plena mudança de paradigma.
Não
admira, então, . . .